Jair Bolsonaro (PL) apresentou intensificação nos episódios de soluço, segundo relatório médico elaborado por profissionais de saúde que acompanham o ex-presidente, emitido nesta sexta-feira (5). O documento associa as crises a complicações decorrentes do atentado sofrido em 2018, durante a campanha eleitoral em Juiz de Fora. A facada causou lesões abdominais que resultaram em múltiplas cirurgias e sequelas no sistema digestivo.
O novo relatório afirma que o ex-presidente não apresenta instabilidades cardiológicas e que sua pressão arterial permanece estável. Bolsonaro enfrentou crises de soluço persistente em períodos distintos durante o mandato presidencial. O quadro clínico chamou atenção pela recorrência e duração prolongada.
“O paciente encontra-se estável do ponto de vista cardiológico, queixando-se apenas de cansaço leve e fadiga, aos médios esforços, e desconforto aos movimentos de flexão e abdução do ombro direito. Pressão Arterial controlada, mantendo instabilidade crônica do equilíbrio corporal e medidas preventivas para redução de risco de quedas”, relatou o cardiologista Brasil Ramos Caiado.
As intervenções cirúrgicas realizadas após o atentado geraram sequelas que afetam o sistema digestivo de Bolsonaro. O ex-presidente foi submetido a acompanhamento médico contínuo devido às complicações. As crises de soluço afetaram sua rotina e demandaram intervenções médicas específicas.
O acompanhamento médico ocorre em instituições de saúde localizadas em São Paulo, onde Bolsonaro reside atualmente. Os profissionais responsáveis pelo relatório atuam em estabelecimentos de saúde dessa região.
O documento aponta aumento na frequência dos episódios de soluço. O relatório registra a intensificação do quadro clínico em comparação com períodos anteriores. Números específicos sobre a duração ou a quantidade exata de episódios não foram divulgados.
O conteúdo completo do relatório médico não foi tornado público. Informações detalhadas sobre tratamentos específicos aplicados para controlar as crises não estão disponíveis. Os dados sobre a frequência exata dos episódios e sua duração individual também não foram divulgados.
Bolsonaro deverá manter o acompanhamento médico regular devido às sequelas do atentado. Novas avaliações clínicas podem ser necessárias para monitorar a evolução do quadro. Eventuais intervenções médicas adicionais podem ocorrer caso os episódios persistam ou se intensifiquem.
O ex-presidente não fez declarações públicas sobre o conteúdo do relatório médico. A equipe médica responsável pelo acompanhamento não emitiu pronunciamentos oficiais sobre o documento. Familiares ou assessores também não se manifestaram sobre o agravamento dos episódios de soluço registrados no relatório.




