O ator Juliano Cazarré deu início na última sexta-feira (24), o seu curso voltado para homens conservadores que se tornou polêmica entre alguns colegas de profissão. Intitulado de O Farol e a Forja, a mentoria está sendo realizada em São Paulo, entre sexta e este domingo (26). Nas redes sociais, Cazarré celebrou a estreia do curso.
“Não é nada de clube de bolinha”, afirmou ele nos stories do Instagram ao comentar sobre o primeiro dia. Segundo ele, muitos dos homens que estão fazendo o curso foram inscritos por suas mulheres.
“Foi muito legal, todo mundo adorando as palestras, tivemos três palestrantes mulheres, não é nada de clube do bolinha, tivemos muita gente boa falando e muitos homens vieram dizer que vieram ao evento, porque as esposas pediram para eles virem, as esposas indicaram o evento, em alguns casos as esposas compraram para eles os convites, então foi um dia muito bacana”, celebrou.
Ele também comentou que a estreia positiva “foi uma resposta a todo mundo que tentou cancelar a gente”.
“Cara, tudo com leveza, a nossa resposta a todo mundo que tentou cancelar a gente, que continua falando mal e xingando, tem que ser sempre essa, só amor, sermos cada vez homens mais amorosos e íntegros”, concluiu.
O Farol e a Forja
Idealizado pelo ator Juliano Cazarré, o O Farol & A Forja é um summit voltado exclusivamente ao público masculino que reúne palestras, painéis e experiências sobre liderança, empreendedorismo, família, paternidade, saúde e espiritualidade.
Realizado entre os dias 24 e 26 de julho, no Centro Universitário Católico Ítalo Brasileiro (Uni Ítalo), em São Paulo, o evento se apresenta como um espaço de formação pessoal e de reflexão sobre o papel do homem na sociedade contemporânea.
A programação foi dividida em três eixos temáticos — Profissão, Família e Fé — e contou com mais de 30 palestrantes, entre empresários, médicos, religiosos, comunicadores e atletas, além do próprio Cazarré como anfitrião e curador.
Anunciado em abril, o projeto ganhou destaque nas redes sociais ao defender uma proposta de fortalecimento da responsabilidade masculina por meio de valores como serviço, caráter, liderança e vida familiar. A iniciativa também gerou debates e críticas de parte da classe artística por ser direcionada apenas a homens e por dialogar com pautas associadas a valores conservadores e cristãos.




