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Paraná confirma 2 casos de hantavírus e investiga outros 11

Pacientes são homem de 34 anos de Pérola d’Oeste e mulher de 28 anos de Ponta Grossa. Secretaria de Saúde descartou 21 casos suspeitos e afirma que situação está sob controle
Por UrbNews
Atualizado há 2 horas
Tempo de leitura: 3 mins
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A transmissão ocorre principalmente por contato com excreções de roedores silvestres. Foto: CDC/ James Gathany

A Secretaria de Estado da Saúde do Paraná (Sesa) confirmou dois casos de hantavírus no estado nesta sexta-feira (18). A pasta informou ainda que mantém 11 notificações sob investigação. As autoridades sanitárias descartaram 21 casos suspeitos.

Os pacientes com diagnóstico confirmado são um homem de 34 anos, morador de Pérola d’Oeste, no Sudoeste do estado, e uma mulher de 28 anos, residente em Ponta Grossa, nos Campos Gerais. A Sesa afirmou que a situação está sob controle e é monitorada pela rede pública de saúde.

Em 2025, o Paraná registrou um caso da doença no município de Cruz Machado. Não houve óbitos pela infecção no estado naquele ano.

O secretário de Estado da Saúde do Paraná, Cesar Neves, declarou ao Metrópoles: “Quero dizer também que é uma doença está sob vigilância aqui no estado Paraná. Esse ano tivemos apenas dois casos, ano passado apenas um caso e nenhum óbito. Devemos tomar precauções, mas quero tranquilizar a população que não temos ainda nenhum motivo para pânico. Ou temos uma preocupação mais exacerbada”.

A pasta mantém protocolos de monitoramento para casos suspeitos e confirmados da infecção. A rede pública de saúde seguirá acompanhando a situação no território estadual.

Alerta internacional após mortes em cruzeiro

A confirmação dos casos no Paraná ocorre após um alerta internacional sobre o vírus. A Organização Mundial da Saúde relatou mortes associadas ao hantavírus no cruzeiro MV Hondius. A embarcação partiu da Argentina com destino a Cabo Verde. Três pessoas morreram durante a viagem.

O ministro da Saúde da África do Sul, Aaron Motsoaledi, informou na quinta-feira (6) que exames indicam contaminação por hantavírus em um dos passageiros do cruzeiro MV Hondius. Os testes identificaram a cepa “Andes”. Esta é a única cepa do vírus que tem transmissão entre humanos.

Transmissão e sintomas da doença

O hantavírus é uma doença respiratória rara. A transmissão ocorre principalmente por contato com excreções de roedores silvestres. Urina, fezes e saliva dos animais podem transmitir o vírus. Superfícies contaminadas também representam risco de infecção.

A transmissão entre pessoas foi relatada com o vírus em contatos próximos e prolongados. Este tipo de contágio é raro.

O período de incubação varia de duas a quatro semanas. Os sintomas iniciais incluem febre, dor de cabeça, dores musculares, calafrios e problemas gastrointestinais. A doença pode evoluir para dificuldade respiratória e hipotensão.

Não existem vacinas contra o hantavírus. Não há tratamentos específicos para a doença. A sobrevida aumenta com suporte médico precoce. A internação em UTIs eleva as chances de recuperação.

A Organização Mundial da Saúde avalia o risco global como baixo. A avaliação depende de fatores ecológicos que afetam as populações de roedores.

Texto redigido com auxílio de ferramenta de inteligência artificial

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