De acordo com dados do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada, em parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (Cepea/CNA), o preço do feijão já acumula valorização de 62,4% no ano, permanecendo 57% mais caro do que o registrado em junho de 2025.
O feijão carioca de melhor padrão continua com preços elevados devido à oferta limitada e à demanda da indústria para recompor estoques. Já os lotes de qualidade intermediária registraram queda recente, em razão do aumento da oferta em algumas regiões produtoras.
No caso do feijão preto, o cenário segue de alta, impulsionado pelas perdas na safra do Paraná e pela escassez de produtos de melhor qualidade. Segundo dados do Deral/Seab, apenas 21% das lavouras no estado são consideradas de boa qualidade, reflexo também das instabilidades climáticas.
Apesar disso, a expectativa é de estabilidade nos próximos dias, sem previsão de queda significativa nos preços.




