A Polícia Civil do Amazonas prendeu mãe, irmão e funcionária de Djidja Cardoso, ex-sinhazinha do Garantido que foi encontrada morta em casa na última quarta-feira (29), em Manaus. A prisão foi deflagrada nesta quinta-feira (30).
Na casa, a polícia apreendeu medicamentos controlados e remédios veterinários utilizados para sedar animais de grande porte. O despacho de prisão foi feito pela Justiça do Amazonas, que também decretou a prisão de outros dois funcionários do salão de beleza da família.
O caso de Djidja ganhou repercussão nacional após detalhes da morte da amazonense viralizarem nas redes sociais. A própria tia da ex-sinhazinha, Cleomar Cardoso, usou suas redes sociais para expor os familiares.
“A Djidja morreu por omissão de socorro por parte da mãe dela e da turma do Belle Femme de Manaus. A casa dela na cidade nova se tornou uma Cracolândia. Toda vez que tentávamos internar a Djidja, éramos impedidos pela mãe e pela quadrilha de alguns funcionários que fazem parte do esquema deles. A mãe dela sempre dizia pra nós não interferirmos na vida deles e que ela sabia o que estava fazendo, ficamos de mãos atadas. E está do mesmo jeito lá, todos se drogando na casa dela”, disse a tia em publicação no Facebook.
Djidja Cardoso ficou conhecida por sua atuação no festival folclórico de Parintins como Sinhazinha da Fazenda no boi Garantido durante os anos de 2016 a 2019.
Após sua saída do festival, em 2020, Djidja participou do programa de TV “A Bordo – O Reality”, onde foi coroada Rainha do Peladão daquele ano por votação popular.
Após isso ela começou a atuar como empresária e era também proprietária de um salão de beleza, que pertencia a rede de salões da familia. Antes de ser encontrada morta, Djidja chegou a compartilhar com seguidores de suas redes sociais que vinha lutando contra depressão.



