A deputada Luizianne Lins (PT) e os demais 12 ativistas brasileiros que estavam na flotilha Global Sumud quando foram interceptados pelas forças de Israel foram deportados para Jordânia, na manhã desta terça-feira (7), pela Ponte Allenby/Rei Hussein.
Segundo o ministério das Relações Exteriores da Jordânia, 131 pessoas chegaram ao país, entre eles, ativistas brasileiros que estavam detidos na prisão de Ketziot, no deserto de Negev, desde da última quarta-feira (1º).
No entanto, ainda não foi confirmado quantos brasileiros chegaram à Jordânia.
Em nota, o Ministério de relações exteriores do Brasil (Itamaraty) afirmou que ativistas deportados serão recebidos pelos diplomatas de Tel Aviv e Amã.
“Diplomatas das Embaixadas em Tel Aviv e em Amã receberam os ativistas que estão, nesse momento, sendo transportados para a capital jordaniana em veículo providenciado pela Embaixada brasileira naquele país”, comunicou o Itamaraty.
Além dos ativistas brasileiros, também foram deportados integrantes da Argentina, Colômbia, África do Sul e Nova Zelândia.
Na última sexta-feira (3) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) denunciou Israel ao Conselho de Direitos Humanos da ONU por conta da interceptação da flotilha Global Sumud.
Veja quem são os 13 brasileiros
- Thiago Ávila;
- Luizianne Lins;
- Bruno Gilga Rocha;
- Lucas Farias Gusmão;
- João Aguiar;
- Mohamad El Kadri;
- Mariana Conti;
- Gabrielle Tolotti;
- Ariadne Telles;
- Lisiane Proença;
- Magno Carvalho Costa;
- Victor Nascimento Peixoto (Mansur Peixoto);
- Miguel Viveiros de Castro.




