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Juliette, Luísa Sonza e outras famosas participam de atos contra feminicídio em todo Brasil

Em Fortaleza, a manifestação aconteceu na Praia de Iracema com mais de 80 movimentos sociais
Por Thiago Sabóia
Atualizado há 5 meses
Tempo de leitura: 2 mins
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Em Fortaleza, a manifestação aconteceu na Praia de Iracema com mais de 80 movimentos sociais. Foto: Midia Ninja e Redes Sociais

Várias manifestações em protesto contra o aumento dos casos de feminicídio e outras violências, aconteceram neste domingo (20), em pelo menos 20 estados brasileiros. Em Fortaleza, os atos foram na Praia de Iracema e reuniram cerca de 3 mil protestantes.

No Brasil, mais de mil casos de feminicídio foram registrados em 2025. Segundo a lei brasileira: “Feminicídio é o homicídio de uma mulher cometido por razões da condição de ser mulher, como violência doméstica, familiar, menosprezo ou discriminação de gênero, com penas como reclusão de 20 a 40 anos.”

Algumas celebridades marcaram presença nos protestos. Em São Paulo, a atriz Alessandra Negrini e a cantora Luísa Sonza participaram. No Rio de Janeiro, Letícia Sabatella, Claudia Abreu, Duda Beat, Bruna Griphao, Bella Campos e Alice Wegmann, foram algumas das personalidades que foram às ruas de Copacabana. A primeira-dama, Janja, participou do ato em Brasília

“Viver é um direito nosso. Nós queremos voltar para casa. Nós queremos liberdade para andar no mundo sem medo. Respeito é um direito nosso. Existir é um direito nosso. E é por isso que estamos aqui no 7 de dezembro”, disse Sonza.

Protestos em Fortaleza

Na capital cearense, cerca de 80 movimentos sociais se manifestaram. Ao todo, mais de 3 mil pessoas participaram do ato contra o aumento da violência contra mulher no país. O estado do Ceará registrou cerca de 24 feminicídios no primeiro semestre de 2025.

Na última quarta-feira (3), uma briga no município do Eusébio, região metropolitana de Fortaleza, resultou na morte de Larissa Gomes, que trocou tiros com o companheiro, ambos eram da polícia militar. A soldado entrou na Polícia Militar logo após a própria irmã ser vítima de feminicídio. 

Os atos de protesto também tiveram o apoio de órgãos públicos como a Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania (AMC), Guarda Municipal, Secretaria Estadual de Mulheres e o SAMU.

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