Julho é o mês do Cooperativismo, prática socioeconômica baseada na colaboração mútua. Ao invés de competirem entre si, pessoas com os mesmos interesses em comum se unem para criar uma empresa — ou cooperativa, onde elas controlam de forma democrática. A iniciativa foca no benefício mútuo dos associados.
Na Sicredi Veredas, o modelo reflete resultados concretos. No ano de 2025, o Sistema Sicredi registrou a maior distribuição de resultados da sua história, com R$ 39,6 milhões aos associados.
Na metodologia desenvolvida a partir de parâmetros do Banco Central do Brasil (BCB), o índice do Benefício Econômico do Sicredi (BES) refletiu a economia real gerada pela instituição financeira cooperativa, que atingiu uma média de R$ 3,1 mil por associado no último ano.
O Benefício Econômico do Sicredi (BES) considera vantagens financeiras geradas aos cooperados em comparação com o sistema financeiro tradicional. Na Sicredi Veredas, o indicador foi composto por R$ 69,5 milhões em economia proporcionada por taxas de crédito mais competitivas, R$ 36 milhões referentes à melhor remuneração de depósitos e aplicações financeiras e R$ 42,1 milhões relacionados à distribuição de resultados, pagamento de juros sobre o capital social e investimentos em iniciativas educacionais e sociais.
Presidente da Sicredi Veredas explica diferença entre cooperativismo de crédito para bancos tradicionais
Conforme Hegel Nóbrega, presidente da Sicredi Veredas, o crescimento do modelo de negócios está diretamente relacionado à busca das pessoas por instituições financeiras que ofereçam não apenas produtos e serviços competitivos, mas um “modelo de relacionamento baseado na proximidade, transparência e participação”.
“A Sicredi tem desempenhado um papel importante nesse processo ao levar inclusão financeira para diferentes regiões, muitas vezes em localidades onde a oferta de serviços financeiros é limitada. Nosso modelo cooperativo permite que os resultados retornem para os próprios associados e para as comunidades, fortalecendo a economia regional e gerando um ciclo virtuoso de desenvolvimento”, declarou ele.
Hegel esclareceu a diferença entre cooperativismo de crédito para bancos tradicionais. Segundo ele, enquanto os bancos têm como foco a remuneração dos acionistas, as cooperativas de crédito pertencem aos próprios associados, que também são usuários da instituição.
“Isso significa que cada associado tem voz nas decisões, independentemente do volume de recursos que possui. Ofertamos aos nossos associados menores taxas na tomada de crédito, maior retorno nas aplicações, serviços financeiros adequados a real necessidade dele, e os resultados financeiros são compartilhados com os cooperados e reinvestidos nas comunidades”, declarou ele.




