O vigésimo Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quinta-feira (23), registrou 830.890 celulares furtados ou roubados no ano de 2025, uma média de 95 aparelhos por hora. De acordo com os dados, capitais e cidades de regiões metropolitanas possuem maiores taxas, cerca de 100 mil habitantes registraram roubos e furtos de celulares.
Entre as cidades com maiores taxas, 14 são capitais. No ranking, o Nordeste concentra oito cidades, o Norte, seis, e o Sudeste, outras seis. A capital do Maranhão, São Luís, lidera o ranking com 1.517 celulares roubados.
O relatório destaca a cidade de São Paulo, que ficou em terceiro lugar, com 1.390,5, logo atrás de Belém, com 1.487,0, a capital concentra 5,6% da população e responde por 20% de todos os roubos e furtos de celulares.
O levantamento também mostra uma queda de 7,7% nos registros de furtos e roubos de celulares, em comparação ao ano de 2024. Em paralelo, apenas dois estados apresentaram crescimento no número de ocorrências: o Rio de Janeiro, com 22,7%, e a Paraíba, com 21,1%.
Além disso, o Anuário destaca que os crimes de roubo acontecem mais em dias úteis, o índice chega a 73,1%, com pico às sextas-feiras. Em crimes de furto, sábados e domingos concentram a maioria das ocorrências, 34,5%. Os roubos têm horário predominante entre 5h e 6h da manhã e entre 18h e 23h, com pico às 20h. Já os furtos se concentram entre 10h e 12h e entre 17h e 20h.




