Os bastidores do Fortaleza Esporte Clube seguem agitados após a derrota no Clássico-Rei da última quarta-feira (8), pela Copa do Nordeste. O revés por 2 a 0 aumentou a pressão interna e externa, refletindo diretamente no ambiente do clube.
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Capitão da equipe, Emanuel Brítez foi direto ao comentar o momento e mandou um recado à SAF: “Isso aqui não é uma empresa, é um time de futebol.”
A quinta-feira (9) foi marcada por tensão no Pici, com protestos de torcedores. Em meio ao cenário, o CEO Pedro Martins, o técnico Thiago Carpini e jogadores conversaram com os presentes, buscando amenizar a crise e explicar a situação atual da equipe.
Já no fim do dia, Pedro Martins se pronunciou oficialmente pelos canais do clube, destacando o momento financeiro delicado vivido pelo Fortaleza.
“Como assim um clube que estava sete anos na Série A agora tem que lidar com dívidas imensas? Acabou o dinheiro? Acabou o dinheiro, mas nós estamos aqui para lidar com esse cenário.”
O dirigente também ressaltou o impacto da nova realidade do clube na Série B, reconhecendo a dificuldade de adaptação por parte de todos os envolvidos:
“Alguns funcionários assimilam mais rápido, alguns jogadores assimilam mais rápido, mas outros sofrem um pouco mais para entender que essa é a realidade do Fortaleza da Série B. Essa não é uma realidade fácil de aceitar. Não é fácil para o nosso capitão, não é fácil para o nosso torcedor, não é fácil para quem está aqui há 15 ou 20 anos. Não é fácil para ninguém.”




