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SUS anuncia teleatendimento com foco em pessoas com vício em jogos de apostas

A expectativa do Ministério da Saúde é de 100 mil atendimentos por mês, com possibilidade de ampliação
Por Iasmim Melquíades
Atualizado há 1 mês
Tempo de leitura: 2 mins
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O serviço tem como objetivo atender pessoas com 18 anos ou mais que apresentem sintomas de vício em jogos de azar. Foto: Banco de imagem/Pixabay - USA-Reiseblogger

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou nesta terça-feira (3) o início da implementação do teleatendimento em saúde mental do Sistema Único de Saúde (SUS), com foco em pessoas com vício em jogos de apostas.

Promovido em parceria com o Hospital Sírio-Libanês, por meio do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS), o serviço tem como objetivo atender pessoas com 18 anos ou mais que apresentem sintomas de vício em jogos de azar.

“Estamos dando mais um passo para acolher e ajudar essas pessoas a saírem do sofrimento mental diretamente associado à compulsão por apostas eletrônicas, que, além de ser um problema de saúde mental, leva ao comprometimento financeiro e a problemas familiares. Quando olhamos os dados dos CAPS, vemos que, nos últimos anos, houve de 2 mil a 3 mil atendimentos apenas de pessoas que procuram presencialmente o serviço relatando problemas com compulsão por jogos”, afirmou o ministro sobre o novo programa.

A projeção inicial é de 600 atendimentos on-line por mês, com possibilidade de ampliação pelo ministério, caso necessário. O objetivo é chegar a 100 mil atendimentos mensais.

Como o serviço será disponibilizado

O atendimento poderá ser acessado por meio do aplicativo Meu SUS Digital. O paciente deverá baixar o aplicativo, entrar com a conta gov.br e, na tela inicial, procurar o item “Miniapps”. Em seguida, deverá selecionar a opção “Problemas com jogos de apostas?”.

O interessado passará por um questionário que ajudará a identificar o nível de risco do caso. Caso seja constatada urgência, o indivíduo será imediatamente encaminhado para o teleatendimento. Se não houver indicação de urgência, a orientação será buscar a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS), que abrange desde os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) até as Unidades Básicas de Saúde (UBS).

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