A decisão foi tomada no âmbito da “ADPF das Favelas”, ação em que o Supremo fixou regras para operações policiais em comunidades do Rio, e atende a um pedido da Defensoria Pública da União (DPU)
Entre os oito integrantes do núcleo crucial da trama, Mauro Cid foi o único que teve uma pena mais branda por ter firmado um acordo de delação premiada