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Piauí

Governo anuncia início da restauração do Museu do Piauí para janeiro de 2026

O projeto inclui a criação de um café aberto ao público, revitalização do jardim interno e recuperação de elementos originais do prédio histórico localizado no Centro
Por Iôrran Freire
Atualizado há 7 meses
Tempo de leitura: 2 mins
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O Museu do Piauí reúne mais de 7 mil peças distribuídas em 12 salas expositivas. Foto: Arquivo Secom

A obra de restauração e modernização do Museu do Piauí, no Centro de Teresina, deverá começar em janeiro de 2026, com a assinatura da ordem de serviço prevista para dezembro, segundo informações do Governo do Estado. 

Entre as principais mudanças estão a construção de um café aberto ao público, a revitalização do jardim interno e a recuperação de elementos originais da arquitetura do edifício, tornando um novo ponto cultural de convivência na cidade.

Sediado na Casa de Odilon Nunes, imóvel de 166 anos localizado em frente à Praça da Bandeira, o Museu do Piauí reúne mais de 7 mil peças distribuídas em 12 salas expositivas, além de um setor dedicado à arte contemporânea. O acervo contempla artefatos pré-históricos, documentos, mobiliário, fotografias e objetos que retratam a diversidade cultural do estado. 

De acordo com a diretora do museu, Dora Medeiros, o início das obras exige atenção especial ao acervo, composto por peças que vão da pré-história aos dias atuais. “A maior parte das peças exige atenção cuidadosa. São itens que vão da pré-história ao século XIX e aos dias atuais. Nossa equipe está pronta para realizar todo o acondicionamento no momento adequado”, afirmou.

Novo conceito de visita

Com novas áreas de convivência, iluminação, mobiliário e pintura restaurada, o café será instalado no pátio interno. A proposta é aproximar o museu do cotidiano da população, permitindo que o espaço seja usado para estudo, trabalho ou permanência após as visitas.

Segundo Ismael Júnior, coordenador do Patrimônio Histórico da Secult, a ideia segue modelos adotados em museus de outras regiões do Brasil: “Normalmente, a pessoa faz a visita guiada, observa todas as peças e depois vai embora. Ao contrário de outras referências de museu que a gente tem no Brasil, em que a gente entra, visualiza todas as peças do acervo, faz o passeio e continua dentro do museu, porque esses locais sempre têm um restaurante ou um café, um jardim para o visitante sentar e contemplar e vivenciar realmente um tempo de melhor qualidade”, afirmou.

Com informações do Governo do Piauí.

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