Para Fux, as condutas atribuídas a Bolsonaro entre 2020 e janeiro de 2023 não configuram tentativa de abolir violentamente o Estado Democrático de Direito
O ministro Luiz Fux abriu divergência nesta quarta-feira (10) em relação ao relator Alexandre de Moraes e ao voto de Flávio Dino, proferidos nesta terça (9)